quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Snorlax às manchas
Resumindo os últimos dois dias do João em Nottingham, sem ter fazer uma publicação só para eles: não fizemos nada. Comemos pizza, jogámos computador e fiz uma lasagna para o João matar saudades! Dia 31 de manhã, antes de ir para o trabalho, fui levar o João à estação de comboio. Foi até Londres para apanhar o avião para a Noruega por isso teve que sair de cá bem cedo. Ainda tive tempo de beber um caramel machiato no Café Nero e acabar de ler o Batman para relaxar um bocado (e inteirar a partida do João) antes de ir para o trabalho.
À tarde comecei com comichão no braço e tinha duas borbulhas. Achei que era picada de um bicho qualquer e não liguei nenhuma. Entretanto saí do trabalho, jantei e pus-me a ver séries no computador. Comecei com comichão no pé e mais borbulhas. A comichão passou para o braço e de repente quando olhei para mim mesma estava absolutamente coberta de borbulhas por todo o corpo. Eram mesmo demasiadas para ser um bicho, principalmente porque se espalharam em menos de uma hora. Como já era tarde não fui à farmácia nem ao hospital (não é muito bom andar sozinha à noite em Nottingham e a farmácia que fica aberta 24h fica numa zona perigosa). Tentei dormir e acordei no dia a seguir de manhã mais cedo, para ir à farmácia. Na farmácia disseram-me o que eu já tinha mais ou menos concluído sozinha, a falar com os meus pais e até a falar pelo skype com uma amiga da minha irmã Catarina que é enfermeira: estava com uma alergia alimentar ou de contacto. Venderam-me um anti-histamínico super pontente para tomar de 4 em 4 horas. Tomei um comprimido e fui para o trabalho. Nunca tinha tomado um anti-histamínico na vida e ao fim de pouco tempo estava completamente pedrada. Depois do segundo comprimido não aguentei mais trabalhar porque para além do sono estava com dificuldade em focar a vista (e estava a ler artigos no computador) e a sentir-me pesada e tonta. Enviei um e-mail à Caroline, que tinha ido passar uns dias a Dublin, a explicar que ia sair do trabalho mais cedo. Fui até ao outro campus buscar o meu cartão de acesso porque entretanto me tinham enviado um e-mail a dizer que estava pronto e para ir buscar ASAP.
Do campus principal fui direitinha para casa e dormi durante 3 horas que nem um calhau. Ainda dormi 11h seguidas à noite e passei basicamente o fim-de-semana inteiro a dormir com o efeito do anti-histamínico.
| Pareço um marreta. |
Do campus principal fui direitinha para casa e dormi durante 3 horas que nem um calhau. Ainda dormi 11h seguidas à noite e passei basicamente o fim-de-semana inteiro a dormir com o efeito do anti-histamínico.
A reacçãp alérgica já passou e já só tenho algumas marcas dos sítios onde cocei mais. Não vou por aqui uma fotografia do meu estado durante os últimos dias mas fica aqui uma representação bastante precisa:
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Nottingham com o João - 28
6º dia - 28 de Julho
Quando saí do trabalho fomos logo comprar comida para fazer um pic nic no Wollaton Hall. Estava à espera do João para lá ir e estava a tentar conter o meu entusiasmo. O Wollaton Hall fica num parque de veados! Não nos queríamos iludir porque achámos que não iamos ver veado nenhum, ou com sorte víamos um a correr lá ao fundo. Assim que entramos no parque encontrámos logo um rebanho (?) de veados enorme deitados a descansar! Eu e o João perdemos a cabeça com isto. Foi das melhores coisas que já vi na vida! Nunca tinha estado tão perto de veados, muito menos sem uma barreira entre nós! Não nos chegámos mais perto com medo que reagissem agressivamente (já viram bem o tamanho das hastes dos veados?) mas a vontade de ir dar festinhas era tanta!
Infelizmente esquecemo-nos da máquina fotográfica no hostel e por isso as fotos são todas com o iPod. Quero lá voltar em breve para tirar mais fotos! Para além dos veados, o parque é gigantesco e maravilhoso e o Wollaton Hall, que será para sempre a mansão do Batman é espectacular! Pelas fotos que vi pela net, e pelas fotos que nós próprios tirámos, não se percebe bem a sensação de estar de frente para a mansão. Além disso, fomos ao final do dia e apanhámos um pôr do sol incrível! Eu sei que esta publicação está cheia de pontos de exclamação mas foi mesmo uma tarde fantástica. Deixo as fotos (tentarem) falar por si.
A parte chata foi perder o autocarro para casa e ficarmos à espera uma hora. Ainda estivemos que andar a contar os trocos de todos os bolsos e recantos da mochila porque quase não tinhamos dinheiro para voltar. Entretanto com o atraso chegámos bem mais tarde a casa que o suposto e não consegui falar com a minha irmã Raquel que fazia anos nesse dia! Já é o segundo aniversário que perco em estar cá...Fica para o ano!
domingo, 3 de agosto de 2014
Nottingham com o João - 26 e 27 de Julho
4º dia - 26 de Julho
Acordámos cedo, dentro do possível para um sábado de manhã, e fizemo-nos às lojas. O plano era ir às compras de manhã e visitar o castelo à tarde.
Passámos primeiro pela Sports Direct para comprar uns ténis de verão novos para o João. Não encontrámos nenhuns mas não saímos da loja de mãos a abanar porque...ténis do Batman em saldos!
Já tinha dito aqui que Nottingham é um pequeno paraíso dos nerds. Depois de nos abastecermos com um bom pequeno almoço inglês (que o João detestou) partimos rumo às lojas de comics e derivados. Primeiro fomos à Page 45, uma loja de comics mais virada para os graphic novels. Comprámos o "Batman: Death of the Family" e o "Lost at Sea" do Brian O'Malley. Por vontade nossa tinhamos comprado a loja toda. Queria ver se voltava lá em breve para comprar o "Batman: The Court of Owls" porque agora quero muito ler os volumes todos. Aproveitei para fazer a reserva do Seconds porque daqui a umas semanas o Brian O'Malley vai dar uma sessão de autografos na Page 45! Estou um bocadinho histérica!
Da Page 45 partimos para a Forbidden Planet, uma loja absolutamente gigante de comics e merchandise para os grandes nerds que somos. Já tinha lá comprado Saga #21 e uma t-shirt de lying cat (o João depois comprou a t-shirt igual em preto noutra loja). Estas lojas são uma perdição. O João comprou o melhor play mat the Magic the sempre e depois estivemos só a bisbilhotar a loja porque infelizmente as coisas custam dinheiro, que por sua vez não é infinito. Seja como for, Nottingham é excelente para andar a fazer window shopping.
Quando já estavamos cheios de tralha fomos até ao castelo de Nottingham. Por esta altura eu já estava um bocado a morrer por ter andado tanto no dia anterior, por estar demasiado calor para as calças de ganga que tinha vestido e por andar a carregar com sacos e mochila. Descansámos um bocado à entrada do castelo e tirámos a foto da praxe com o Robin Hood!
| Não se deixem enaganar pelo verde, esta estátua tem só 50 anos. |
O castelo em si não tem muito que se lhe diga. Tem um jardim engraçado mas muito menos engraçado do que a maior parte dos jardins em Nottingham e um castelo que mais parece um pequeno palacete. No geral não é nada de especial mas é uma paragem de turista obrigatória.
| O João ofereceu-me um chapéu do Robin Hood para eu parar de reclamar que estava cansada. Resultou. |
Dentro do castelo há várias exposições que não estão muito bem criadas e que nem sempre fazem muito sentido: uma exposição sobre uns motins que houve em Nottingham, uma exposição que ocupa só uma sala sobre a antiga Grécia, uma exposição só sobre bules, uma exposição sobre trajes que parece que simplesmente juntaram todos as roupas antigas que encontraram independentemente da época ou cultura e coisas do género. Não estou a mentir se disser que a exposição que teve mais piada foi a exposição para crianças do Robin Hood!
| As exposições no interior do castelo não tinham quase luz nenhuma por isso as fotografias estão uma porcaria mas tinha que incluir esta. Maid Marian e Robin Hood, no seu melhor. |
| Vista da muralha do castelo |
Saídos do castelo fomos até à Old Market Square. Há uma fonte no meio da praça e estava mesmo muito calor (apesar do céu estar encoberto e parecer que ia chover). Como é óbvio, estava toda a gente no meio da fonte e eu aproveitei para ir refrescar os pés que entretanto me continuavam a doer da caminhada do dia anterior.
Passeámos mais um pouco pelo centro da cidade e bati o high score de Pacman da Urban Outfitters. Ah!
5º dia - 27 de Julho
Erámos para ter ido até ao Wollaton Hall mas a preguiça foi mais forte que nós. Fizemos o check out do hostel a meio da manhã, almoçámos Subway e viemos para minha casa jogar computador o dia inteiro. Há dias assim!
Nottingham com o João - 25 de Julho
3º dia - 25 de Julho
Acordámos cedo para ir ao Job Centre. Como estou vou receber ordenado por este estágio tenho que ter um número da Segurança Social. Já tinha telefonado há umas semanas a fazer marcação para a entrevista. O Job Centre só está aberto nos dias úteis das 9h às 17h por isso tinha sempre que ir no meu horário de trabalho. Já tinha avisado a Caroline que tinha marcado ir sexta às 9h e ela disse que não tinha problema nenhum.
Tratámos num instante da Segurança Social mas só vou receber o meu número daqui a 5 semanas, ou seja, praticamente no final do meu estágio. O Kevin já me disse que não problema, que posso receber o primeiro ordenado na mesma.
Cheguei ao trabalho por volta das 10:30 e o João foi para minha casa e preparou o almoço como o esposo prendado que é! À tarde o João foi jogar Magic para uma loja chamada Chimera. Eu saí do trabalho por volta das 16h porque tinha marcação no Santander para criar uma conta de banco. Mais uma vez, com autorização da Caroline porque os bancos só estão abertos durante o meu horário de trabalho.
Finalmente, depois de telefonar e ir a dezenas de bancos, resolvi esta história de abrir uma conta no Reino Unido! Não faço ideia porque é que em nenhum lado me deixaram abrir conta e no Santander do campus foi tão fácil. Aliás, eu já tinha ligado para o Santander a perguntar se podia criar conta e tinham-me dito logo que não pelo telefone. Entretanto o Vega, outro estagiário que tinha o mesmo problema que eu, conseguiu abrir a conta e disse-me exactamente tudo o que tinha feito e dito para eu fazer igualzinho. Resultou!
Depois do banco fui ter com o João à Chimera. Nunca tinha lá ido e parecia-me relativamente perto do campus por isso decidi ir a pé. O que eu ainda não tinha percebido era da dimensão gigante do campus em si. Já lá tinha ido por duas vezes mas nunca tinha tido que andar duma ponta à outra do campus: É ENORME. Ainda por cima em vez de sair pela saída certa fui pela saída contrária, ou seja, andei do centro do campus até à saída errada e depois tive que contornar o campus inteiro. Estava imenso calor, vinha com a mochila carregada de roupa e comida para levar para o hostel e estava de chinelos que, apesar de confortáveis, não são o calçado ideal para fazer caminhadas. Andei quase 4 km até chegar à Chimera e já tinha andado outros 2 km para ir do Jubilee Campus, onde trabalho, até ao campus principal. Convenci o João a dar o dia por terminado e limitámo-nos a fazer jantar no hostel e dormir cedo para termos força para sábado, o primeiro dia livre juntos!
Cheguei ao trabalho por volta das 10:30 e o João foi para minha casa e preparou o almoço como o esposo prendado que é! À tarde o João foi jogar Magic para uma loja chamada Chimera. Eu saí do trabalho por volta das 16h porque tinha marcação no Santander para criar uma conta de banco. Mais uma vez, com autorização da Caroline porque os bancos só estão abertos durante o meu horário de trabalho.
Finalmente, depois de telefonar e ir a dezenas de bancos, resolvi esta história de abrir uma conta no Reino Unido! Não faço ideia porque é que em nenhum lado me deixaram abrir conta e no Santander do campus foi tão fácil. Aliás, eu já tinha ligado para o Santander a perguntar se podia criar conta e tinham-me dito logo que não pelo telefone. Entretanto o Vega, outro estagiário que tinha o mesmo problema que eu, conseguiu abrir a conta e disse-me exactamente tudo o que tinha feito e dito para eu fazer igualzinho. Resultou!
Depois do banco fui ter com o João à Chimera. Nunca tinha lá ido e parecia-me relativamente perto do campus por isso decidi ir a pé. O que eu ainda não tinha percebido era da dimensão gigante do campus em si. Já lá tinha ido por duas vezes mas nunca tinha tido que andar duma ponta à outra do campus: É ENORME. Ainda por cima em vez de sair pela saída certa fui pela saída contrária, ou seja, andei do centro do campus até à saída errada e depois tive que contornar o campus inteiro. Estava imenso calor, vinha com a mochila carregada de roupa e comida para levar para o hostel e estava de chinelos que, apesar de confortáveis, não são o calçado ideal para fazer caminhadas. Andei quase 4 km até chegar à Chimera e já tinha andado outros 2 km para ir do Jubilee Campus, onde trabalho, até ao campus principal. Convenci o João a dar o dia por terminado e limitámo-nos a fazer jantar no hostel e dormir cedo para termos força para sábado, o primeiro dia livre juntos!
sábado, 2 de agosto de 2014
Nottingham com o João - 23 e 34 de Julho
O João foi embora na quinta-feira de manhã
e enquanto ele cá teve não escrevi no blog. Tentámos aproveitar ao máximo o
tempo quando eu não estava a trabalhar por isso não tive muito tempo livre para
escrever no blog. Além disso, como não posso ter visitas por mais de uma noite
consecutiva, ficámos grande para dos dias num hostel no centro da cidade e
nunca levei o computador para lá.
Numa tentativa de recapitular estes últimos dias vou tentar fazer um resumo póstumo dos dias em Nottingham com o João. Foi óptimo tê-lo aqui! É chato ele ter férias quando eu ainda agora cá cheguei mas estava cheia de saudades e foi óptimo tê-lo cá e partilhar a cidade com ele!
Como trabalho durante o dia, o João
entreteve-se a passear pela cidade e, basicamente, a ser nerd. Não percebo bem
porquê mas esta cidade, para o tamanho que tem, tem imensas lojas de jogos,
comics e derivados! Alguns dias o João veio para minha casa não fazer nada da
vida porque também estava demasiado cansado para ir a algum lado sozinho…e não
fazer nada também faz parte de estar de férias! Assim que saia do trabalho ia
ter com ele para irmos passear a algum lado ou só fazermos aquelas coisas
básicas tipo ir a supermercado e tratar do jantar. A parte boa é que aqui só
escurece por volta das 22h.
1º Dia – 23 de Julho
Quando saí do trabalho fui buscar o João à
paragem do autocarro que faz a ligação entre o aeroporto e o centro da cidade.
Demos uma volta pela cidade para o João ficar com uma ideia de como é o centro.
Se contarmos só com o centro da cidade, considerando que o resto é um bocado
deserto, Nottingham é bastante pequena e em meia hora dá para ter uma ideia razoável
do centro. Não fizemos grande coisa porque o João estava a viajar desde as 8 da
manhã e não havia forças para mais. Na primeira noite dormimos em minha casa.
2º Dia – 24 de Julho
Tive uma reunião das 11h às 17h por isso
nem sequer consegui almoçar com o João.
O estudo que estou a fazer na Horizon faz
parte de um projecto chamado C-tech (na verdade chama-se oficialmente “CreatingEnergy for Change” mas nunca ninguém usa esse nome) que está a tentar
investigar como diminuir o consumo de energia no trabalho através de uma
abordagem multidisciplinar. O “meu” estudo engloba apenas a vertente
psicológica das motivações para poupar energia, mas estão a decorrer vários
estudos em simultâneo com diferentes abordagens. Todos os anos a equipa toda reúne-se
com o advisory panel para discutir o
ponto de situação, o que tem vindo a ser feito e o que vai ser feito no futuro.
A Alexa, que está à frente do projecto, convidou-me para assistir à reunião
porque achou que era uma boa oportunidade para perceber melhor o que era o C-Tech. Foi uma oportunidade fantástica! Pude conversar com pessoas externas ao projecto e de áreas completamente diferentes da minha. Mais uma vez senti um orgulho
enorme por poder dizer que faço parte desta equipa, mesmo que seja por apenas 3
meses. Fiquei encarregue de tirar notas e fazer um
relatório sobre o que foi discutido na reunião. Fiquei um bocado assustada
porque não sei praticamente nada sobre muitas das coisas que foram discutidas
tipo wireless sensor nodes e gestão de energia nas empresas. Acabou por correr
tudo bem e entreguei o relatório logo na segunda-feira a seguir, com direito a
elogios por parte da Alexa!
Mas vamos passar à parte que realmente
interessa (para além do facto de haver comida grátis…demasiada comida grátis):
EXPERIMENTEI O GOOGLE GLASS. O James, um dos tipos que faz parte do meu
projecto e que eu ainda não tinha conhecido, tem um par que levou para a reunião.
Tentei ser mais ou menos discreta e cheguei-me ao pé dele a perguntar “ah, reparei
que tens os Google Glass” mas com a verdadeira intenção de arranjar maneira de
lhes mexer. O James respondeu logo “yeah, you can play with it if you
want to”. Tive que conter toda uma
reacção absolutamente histérica porque me pareceu que toda a gente naquela sala
achava perfeitamente normal haver um tipo com o Google Glass...O GOOGLE GLASS
GENTE! Foi bastante porreiro poder brincar com um par mas tenho a dizer que
ainda está muito longe de ser mais do
que um gadget engraçado. Desliga-se sozinho, não é tão intuitivo quanto os
vídeos promocionais fazem parecer e, na verdade, não é (ainda) muito útil. A
maioria das funcionalidades fantásticas que ouvi falar como traduzir conversas
em tempo real ainda estão a ser desenvolvidas. Ainda assim fiquei bastante
embasbacada quando perguntei ao James “Can I take a photo?” e o Google Glass
tirou! Infelizmente esqueci-me de pedir a foto para a publicar aqui. A minha interacção com o Google Glass foi um bocado semelhante a este vídeo:
Quando finalmente terminou a reunião fui ter
com o João. Ele andou o dia todo a passear pelo centro da cidade, a fazer algumas compras e a descobrir a cidade. Fizemos as “malas” e fomos para o centro da cidade passear mais um bocado até à hora de jantar (que é como quem diz 19h).
Entretanto fomos fazer o check in no hostel, antes de jantar. Este hostel onde ficámos
é muito melhor do que o hostel onde fiquei na minha primeira noite em
Nottingham. Fica um bocadinho mais afastado do centro mas muito perto de
qualquer das maneiras. Ficámos num quarto privado com cama de casal por isso
foi mais como estar num hotel com a excepção da casa-de-banho partilhada. Ainda
assim, nunca tinha estado num hostel em que a casa de banho tem uma banheira
gigantesca e moderna em vez de um poliban ranhoso.
Aproveitamos estar no centro da cidade
para ir a um italiano fantástico. Pedimos um menu para duas pessoas que trazia
três pratos de pasta diferentes e no final o empregado deu-nos os parabéns
porque geralmente as pessoas não conseguem comer tudo. Sabemos que estamos a ser
gordos quando até recebemos comentários do empregado de mesa. Tenho andado a
tentar comer melhor e a ser saudável mas enquanto o João esteve cá estraguei
tudo e só comemos porcaria. No regrets.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Love, Batman and Research
O João chegou!!! Espero que não apanhe uma grande seca, comigo a trabalhar o dia todo. Já estive a procurar algumas coisas para se entreter durante o dia tipo ginásios com artes marciais e sítios onde jogar Magic. Ele agora está aqui ao meu lado a googlar algumas coisas.
Entretanto hoje é o 75th aniversario do Batman! E porque é que isto interessa (para além do Batman ser awesome)? Por duas razões:
1. Gotham fica em Nottingham. A verdadeira vila de Gotham é conhecida pelas histórias dos "Wise Men of Gotham". Reza a lenda que toda a gente achava que as pessoas da vila de Gotham eram estúpidas. Na verdade elas fingiam-se loucas sempre que alguém de fora visitava a vila para evitar que uma estrada real fosse construida para atravessar a cidade. Como naquela altura se achava que a loucura era contagiosa, os cavaleiros do Rei João que assistiram a loucura dos aldeões afastaram-se de Gotham e a estrada foi construida noutro sítio. A Gotham City do Batman também é uma cidade de loucos. Disse uma vez o Robin: "I even have a name for it. We could call it Gotham after a village in England - where, according to common belief, all are bereft of their wits". O Joker também já citou um poema chamado "Three Sailors of Gotham":
2. Estão a ver a Wayne Manor na triologia do Nolan? Chama-se Wollaton Hall e fica a 20 minutos da minha casa.
Em relação ao meu trabalho:
Entretanto hoje é o 75th aniversario do Batman! E porque é que isto interessa (para além do Batman ser awesome)? Por duas razões:
1. Gotham fica em Nottingham. A verdadeira vila de Gotham é conhecida pelas histórias dos "Wise Men of Gotham". Reza a lenda que toda a gente achava que as pessoas da vila de Gotham eram estúpidas. Na verdade elas fingiam-se loucas sempre que alguém de fora visitava a vila para evitar que uma estrada real fosse construida para atravessar a cidade. Como naquela altura se achava que a loucura era contagiosa, os cavaleiros do Rei João que assistiram a loucura dos aldeões afastaram-se de Gotham e a estrada foi construida noutro sítio. A Gotham City do Batman também é uma cidade de loucos. Disse uma vez o Robin: "I even have a name for it. We could call it Gotham after a village in England - where, according to common belief, all are bereft of their wits". O Joker também já citou um poema chamado "Three Sailors of Gotham":
Three wise men of Gotham,
They went to sea in a bowl,
And if the bowl had been stronger
My song had been longer
2. Estão a ver a Wayne Manor na triologia do Nolan? Chama-se Wollaton Hall e fica a 20 minutos da minha casa.
Em relação ao meu trabalho:
- Está tudo a correr muito bem e estou bastante adiantada. Demasiado adiantada...e agora estou basicamente a ler artigos até a proxima reunião porque fiquei sem coisas para fazer até la.
- O meu computador não foi abaixo uma única vez hoje
- Querem que contacte 7000 pessoas para o questionário que estou a fazer e tencionam ter uma amostra de pelo menos 1000 pessoas, ah ah ah.
- A Alexa (supervisora da minha supervisora que apesar de trabalhar na Horizon costuma estar no outro campus) veio hoje falar comigo a dizer que a Caroline lhe contou que estou a trabalhar imenso e que já fiz muita coisa em menos de duas semanas. Fiquei inchada!
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